Novo aconchego. De novo, à volta. No que retorno, encontros – reencontros. Do que eu gosto, o sorriso, e a euforia desmedida. Do que não pedi, o presente da relação não querida.
O que mais quero neste momento é a alegria – o clichê de uma rotina tranqüila. Porque nos dias que se foram eu estive presente, do que existe no instante.
Não querer o que não me quer bem é pedir muito?
Findo o que é finito por si só – e é sempre triste a despedida. Não que eu tenha me abatido durante o dia, afinal o sol; mas, bastou que a noite chegasse com a sua ironia, para o coração apertar – e querer o que foi bom!
Foi. Mas o que é, aqui está - é isto aqui -, e, inda que a saudade dê sinal, estou com o agora – sempre!
Escrito por Carol às 01h17
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Sem muitas palavras, que é pra não esgotar o outro lado do disco.
O tempo está leve, – brisa no pescoço nu, e a saudade – e a saudade! Na memória a sua imagem - que é como um sussurro agudo e quente.
Por isso, a falta não é ruim, é paz. Não é dor, é vontade! Do que não entendo, basta o cheiro, seu gosto!
Escrito por Carol às 00h25
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Escrito por Carol às 02h43
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